Efêmero
 
                              Déa Maia

Efêmero...
foi todo esse amor que te dei,
todo meu corpo inflamado que sobre o teu, lancei.
 
Efêmero,
foi cada abraço,
cada beijo,
cada incontido desejo.
 
Sensações tão passageiras
de uma paixão que fugiu de mim, assim...
de forma tão ligeira.
 
Tantos poemas em tintas de encanto.
Hoje borradas...banhadas em pranto.
 
Corriqueiro mesmo esse amor...
Mas prometo! Será rápida assim,
qualquer teimosa tentativa de dor.
 
Foi o meu sonho que te dei.
Foi um sonho o que vivi.
E agora sei...
Efêmero mesmo foi o amor, que de você recebi!
 
 
***


Publicado no Recanto das Letras em 10/02/2009
Código do texto: T1431118
 
 
***
 
Arte e formatação Mônica Neves
Respeite os direitos autorais
 
 

 

 

 

:::VOLTAR:::