Sou as águas, que dos meus olhos
escorrem
de dentro para fora, que se debulha como
flor
em alegria e dor... Cruz e espada sou.
Sou o provável e o improvável do sonho,
que o cotidiano abre e fecha atrás de um manto
chamado
esperança;
Sou o querer e o desespero atrás de um
pranto
chamado espera.
No brilho, d'um olhar distante,
talvez seja eu
num codinome
'Alguém'...
Marlene Constantino