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Confesso ao vento, ao mar, ao luar Marlene Constantino Narrado
por Marcos Sergio T. Lopes
As
vezes não dá pra controlar e
alma pede um pouco mais. Ah
se o silêncio bastasse, mas não basta. Parece
que tudo cresce lá dentro e
o peito se torna tão pequenino. Ah,
se os sentimentos não sufocassem ! Nos faz
poetas...Nos tornamos mensageiros dos
nossos próprios sonhos! Enfeitamos
a nossa própria dor! As
vezes a poesia grita o que a boca não
tem o direito de dizer, nem o direito de querer. E,
ficamos assim condenados ao faz de conta. Deixamos
tudo no vago, nas mãos do vento... Deixamos
que os anjos fechem os nossos olhos e
esperamos o milagre acontecer. Hoje
não sei, amanhã
talvez tenha o direito deste querer. 16/05/2010
às 00,00 horas. ![]()
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