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Dama da noite Qual uma dama da noite que não queria dar flores Num jardim de solidão, Escondia-se! Protegia-se das intempéries... Talvez se guardasse para uma primavera especial, onde o sol não ardesse e a chuva fosse serôdia... Com naturalidade chegou o dia, embevecida com os cuidados, alimentada pelo amor, estimulada pelo olhar do amado, Faceira floriu! Exalou o mais delicioso perfume... Abriu as pétalas com amor... Com a promessa de ser feliz, o paladar do amado adocicou, quando ele como um beija-flor, com seu mel se deliciou.
Publicado no Recanto das
Letras em 13/11/2008
Código do texto: T1280783 Tube Devin
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