GRITOS DA ALMA

*Marlene Constantino*
 
Gotas brotam do céu.
Fibras estremecidas tecem um tênue véu .
Foram noites doloridas no peito chovido.
Dor sem nome.
Amaro sabor, do céu da boca, escorre. 
Perversa ferida, que não se reconhece.
Amor não correspondido
Flor estendida em redes trêmulas,
vem balançar a calma, como se fosse treva.


^A^¤Söl*®
18/12/2007

 

 

 

 

 
 

 

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