Não diga que de amor não se morre
 
Marlene Constantino
 

Jamais pensei que o amor
 
pudesse nos fazer a mais feliz e infeliz
 
das criaturas.
 
Não diga que de amor
 
não se morre.
 
Um pouco a cada dia se vive
 
e justifica, a lágrima
 
que escorre e
 
o êxtase do sorriso, que explode.
 
Num misto de onipotência e impotência
 
de brisa e tempestade,
 
o coração festeja e chora.
 
Ora no paraíso, ora em profundo abismo
 
de amor se vive e morre.
 
 10/03/2009

  

 

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