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TEU
PRANTO
Marlene
Constantino
Cada lágrima que
rola
por tua face
é o meu suplício.
São palavras,
que escorrem caladas
dentro
de um gemido dolorido
ferindo o
seu, o meu
coração.
A canção mais triste
entoada
sem cor, num
parir de dor.
Um manto negro
encobrindo
o seu seu céu, o
meu céu de estrelas.
Vem e umidece meu
peito
que acolhe o teu
pranto, tão meu.
No mais puro
encanto, te estendo
um manto bordado de
amor
do meu para o seu
coração.
Ofereço meu ser,
meu mais ridente
abrigo para
você, meu amigo.
22/03/2009
ASOL*
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